sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Banda Kleros em Conceição do Jacuipe

terça-feira, 3 de novembro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Banda Kleros em Ouriçangas


















segunda-feira, 28 de setembro de 2009

VC não pode perder!!!


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

AGENDA


Neste Domingo, dia 27 de setembro, pela manhã, tem BANDA KLEROS nas ruas de Ouriçangas-Ba, tocando em Trio Elétrico animando encontro de Jovens na cidade.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Kleros - Show em Oliveira dos Campinhos - 13/09/09










terça-feira, 15 de setembro de 2009



mais informações acesse: www.aga4producoes.com.br

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

AGENDA KLEROS

FESTA DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA
DIA 13 de setembro
Banda Kleros
Em Oliveira dos Campinhos
19h - Praça da Matriz (logo após a procissão)
GRATUITO

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Formação com Padre Delton


Em missão na Bahia, a Comunidade Coração Fiel, proporcionou momentos marcantes para todos os que tiveram a oportunidade de pertilhar a vida com os missionários. Dentre as ações da Missão na Bahia, o Padre Delton Filho, fundador da Comunidade, presidiu um momento de formação com com a banda que teve também a participação de Taíssa, missionária da comunidade. O encontro foi marcado pela oração em comum e a partilha, que proporcionou um verdadeiro aprofundamento e direcionamento para nós, servos do Senhor, ministros de música, que reconhecemos, precisamos e muito de oração e ação.

"Busquemos praticar o que observamos de necessidade para nossa missão e estajamos sempre unidos em oração para que nossa sensibiliade de músicos não nos permita desviar do Caminho".

Nossa gratidão à Comunidade Coração Fiel.

http://www.coracaofiel.com.br/


sábado, 13 de junho de 2009


quinta-feira, 4 de junho de 2009

O MEDO DO OUTRO

Pe. Jorge Ribeiro

O outro, quando situado em relação a si mesmo, é aquele que não sou eu, o diferente de mim. Todas as alteridades (que supõem a identidade) é frequentemente colocada à distância: o outro é associado a outro lugar: que seja um lugar que não seja aqui. Era o outro mundo como dizia os gregos ou os romanos; um oriente fascinante e terrificante como se apresentava a Idade Média; o novo mundo para o Renascimento (América e Índia); a utopia lunar no século XVII, e nos dias atuais o nosso medo....

Hoje em dia não se mede tanto o medo do «outro» por uma distância geográfica, mas se ajunta uma outra razão, a do desconhecido, ou seja, no nosso século se acrescenta o medo ao próprio medo. Será por isso tanto especulação em relação aos extra-terrestres? Temos medo que esse outro seja realmente «totalmente outro»?
Diante do outro, eu não me compreendo mais, eu não me reconheço mais, eu me pergunto se «este também é igual a mim». Este é, como eu mesmo, membro da humanidade, mesma metamorfosis, ou ele está fora dessa humanidade? Muitos pensadores enfrentaram e refletiram sobre essa questão. Não é uma questão superficial e muito menos descontada. Basta perceber as reações que se capitam ao «diferente», ao «estrangeiro», ao «diverso».

A questão do «outro» e o medo que esse provoca invade as nossas casas, famílias, comunidades e nações. Por que tanta rejeição aos imigrantes? Por que determinados indivíduos afastamos de nossa convivência? Seria somente porque pode nos causar «mal» ou por que temos medo de perder a nossa identidade e ao nosso «status»?

Analisamos rapidamente alguns pensadores com seus textos, somente para se perceber que é uma questão que sempre encontrou interesse e significado e por fim buscaremos iluminar situações novas que denotam o quanto esse «medo do outro» ainda é tão presente em nosso meio.

Leiamos Aristóteles (384-322 a.C), em Política I,2 e aí vejamos que o filósofo chama de «bárbaro» todos aqueles que não fazem parte da civilização grega e, portanto, são diferentes, inferiores. Com um salto no tempo vejamos Marco Polo (1254-1324), em A diversidade do mundo (1298), LXII, CXCII, escreve e descreve um novo mundo, uma nova realidade paradisíaca, mas tanto quanto a ser controlada e colocada dentro dos padrões europeus. Andamos a Michel de Montaigne (1533-1592), quando no capítulo Dos Coches (Ensaios III,6), ele fala do «novo mundo», América, Brasil, onde relata esse outro como «bom selvagem», gente sábia, civilizada, feliz, mas diferente, por isso causa medo e desconforto ao povo do velho mundo. Citemos um clássico, Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que no seu Discurso sobre a origem da desigualdade entre os homens (1755), narra que a vida do «selvagem» é mais coerente que aquela do povo «civilizado». E por fim nos aproximemos de um outro pensador: Henri Michaux (1899-1984), o qual no capítulo «O imaginário», n°164, do livro intitulado Un bárbaro na Ásia (1933), coloca o discurso na boca do bárbaro, onde ele denota ao mesmo tempo humor e ironia.
Em todos esses pensadores citados e em tantos outros que se expressaram, o «outro» sempre causa um desconforto, seja como o que há de desprezível que se deva eliminar, seja como um ideal a ser seguido, mas sempre causa um «mal-estar» nos que se percebem estabelecidos, o que a sua vez se traduz em medo. Um medo que causa perseguição, supressão, indiferentismo e «inquisição». Esse outro que a partir dos textos citados é colocado como um «povo», ou um «mundo», é traduzido na dimensão pessoal e particular, como um relacionamento de alteridade, isto é, o rosto do outro me causa uma impressão, que tantas vezes me faz pensar e perceber que existe um «outro», individuo ou mundo, fora de mim, do que é meu. Isso causa choc, maledicências, calúnias, diminuição da figura do «outro» para que eu possa afirmar a minha identidade.

Esse medo do diferente e do outro que foi causa de grandes escravaturas, guerras, genocídios e indiferentismos hoje pode ser visto nas grandes e pequenas «fobias» que transmitimos com as nossas exclusões, com nosso desejo incomensurável de aprovação e de uniformidade, assim como no comportamento atroz do relativismo relacional, moral e social. Apegamo-nos a «pseudas – verdades» e marginalizamos ou esmagamos tudo que não seja nosso «espelho». Somente quando aprendermos e apreendermos o que seja a «tolerância» esse «medo do outro» poderá ser transformado e transfigurado em princípio positivo, ou seja, em fraternidade e convivência. Talvez esteja cometendo uma infração utópica, mas a paz somente é possível se acolhermos o diverso, o «outro», assim como é. Não deixemos que esse «medo do outro» obscureça o colorido que a própria vida nos ofertou.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Trofeu Louvemos o Senhor

O prêmio Nacional da Música Católica – Troféu Louvemos o Senhor, surgiu com a finalidade de premiar aqueles que estão envolvidos com a música na igreja católica. Cantores que estão na estrada e tem se despontado na mídia, oferecendo música que evangeliza com qualidade.




A finalidade é mostrar a qualidade do músico católico, a música e a cultura de uma igreja vibrante que transforma e evangeliza com canções que falam da boa nova de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.



Confiram os resultados dos ganhadores do Troféu Louvemos o Senhor – 1º PRÊMIO NACIONAL DA MUSICA CATÓLICA

Categoria 01 – Música do Ano
Música: Rara Calma - Intérprete: Rosa de Saron – CD Rosa de Saron Acústico e ao Vivo - Compositor: Rogério Feltrin

Categoria 02 - Música para Santa Missa
Ressuscitou - Cristiano Pinheiro, Fernando Martis, Leozany Oliveira, Nicodemos Costa, Wilde Fábio - SHALOM

Categoria 03 – Cantor do Ano
Guilherme de Sá – Rosa de Saron

Categoria 04 - Cantora do Ano
Adriana - Paulinas – Comep

Categoria 05 – Banda
Rosa de Saron - Codimuc

Categoria 06 - Interprete Feminino
Suely Façanha - Shalom

Categoria 07 – Interprete Masculino
Pe Fábio de Melo

Categoria 08 - Revelação Feminina
Mariani – Paulinas Comep

Categoria 09 – Revelação Masculina
Julio César - Iahweh - Codimuc

Categoria 10 - Destaque 2008
Pe Fabio de Melo - Vida - Som Livre

Categoria 11 – Melhor Álbum Alternativo
Tribo Maranata - Uai Sô - Talentos

Categoria 12 - Melhor Álbum Rock
Iahweh - Neblin - Codimuc

Categoria 13 – Melhor Álbum Pop
Louvor e Glória - Marcas da Vitória - Paulinas


Categoria 14 - Cd Independente
Vera Lúcia

Categoria 15 – Melhor compositor
Ir. Miria T. Kolling, ICM - Paulus

Categoria 16 - Grupo vocal
Cantores de Deus - Nossa historia - Paulinas - Comep


Categoria 17 – Melhor coletânea
Grandes Momentos - Vida Reluz – Paulinas/Comep

confira fotos e ouça os ganhadores acessando: http://www.tvseculo21.org.br/trofeulouvemos/ganhadores.asp

segunda-feira, 4 de maio de 2009

LITURGIA, FESTA DO POVO DE DEUS

Pe. Jorge Ribeiro


Pode existir comunidade sem um relacionamento humano? Isto é, sem diálogo, sem trocas de experiências, sem partilha, sem alguém para falar, sorrir, festejar, bater uma bola...? A comunidade se torna um sinal visível quando nela todos se sentem acolhidos, ajudados e enriquecidos com a variedade de dons, qualidades dos(as) participantes. Isso é ser sacramento! Isto é vida! Isto é liturgia!
Liturgia é uma ação sagrada, através da qual, com um rito, na Igreja e mediante a Igreja, é exercida e continuada a obra sacerdotal de Cristo, isto é, a santificação dos homens e a glorificação de Deus.

Assim, a assembléia litúrgica é um encontro de irmãos, filhos do mesmo Pai. É uma reunião de gente chamada para formar um só corpo, na expressão de São Paulo: “Fomos batizados num só Espírito, para formarmos um só Corpo” (1Cor 12,13).
E este Corpo se torna visível e cresce em intensidade no momento da reunião, quando procuramos ter “um só coração e uma só alma” (At 4,32), quando cantamos a uma só voz, louvando o Pai, rezando e pedindo pelo mundo inteiro.

A reunião litúrgica é uma assembléia do povo de Deus. Nunca se pode perder de vista que, apesar de todos os empenhos que pastores e fiéis possam desenvolver para que se realize a congregação, é sempre Deus quem chama e convoca o seu povo para ouvir a sua Palavra, renovar a Aliança com Ele e chegar mais perto da Terra Prometida, pois Ele mesmo disse: “Reúne o meu povo” (Dt 4,10). Sua iniciativa é anterior e preveniente. A assembléia é dom gratuito de Deus aos homens. A nós cabe responder ao chamado e ficar de coração aberto para tudo o que Deus quer falar, pedir e fazer e para cantar os seus louvores (ver 1Pd 2,9-10).


São Paulo nos diz que a comunidade é um corpo, onde cada um tem uma função diferente a serviço do bem comum. A assembléia litúrgica é como que um retrato desta comunidade. Nela deveremos encontrar pessoas exercendo vários serviços, vários ministérios a serviço do bem comum.

Concluimos dizendo que aquilo que mede a profundidade do meu amor, não é, portanto, a intensidade das minhas emoções em face do outro, mas o peso da vida que lhe dou. Se amo um pouco, dou um pouco; se amo muito, dou muito, e se amo com todas as minhas forças, dou toda a minha vida. Não há maior prova de amor do que dar a vida por aqueles que se amam. Não há amor se não há dádiva de vida ao outro. Amar é sempre dar a vida.




sexta-feira, 1 de maio de 2009

Amor Cristão

Alan Bacelar fcj

Muitos de nós pensamos que o amor cristão é sentimento, que é emoção. Mas, como pode ser sentimento, se o próprio Jesus nos pede para amarmos até mesmo nossos inimigos? Como seriamos capazes de amar alguém que nos agride, que nos faz tanto mal? Em sua vida certamente existem pessoas assim. Talvez até mesmo em casa ou na igreja. E, quantas vezes você já deve ter se perguntado como cumprir este mandamento de Jesus. Como “sentir” amor por alguém assim? Então percebemos que o amor cristão, o amor de Jesus, não é sentimento, é atitude.
Veja como Jesus amava as pessoas do seu tempo, como amava os pecadores, aqueles que eram desprezados. Veja como ele ama você, mesmo quando você percebe que não merece. Assim também, aqueles que Jesus acolheu, eram vistos como pessoas que não mereciam sua atenção, mas, sua atitude fez a diferença, pois eles e nós, podemos não merecer o amor de Jesus, mas, precisamos.
Então Jesus nos dá sua graça, seu amor, porque precisamos, não porque merecemos. Assim deve então ser exercido o amor cristão. Precisamos amar mesmo àqueles que não merecem nosso amor, nossa atenção, nosso cuidado. Quem mais se sente amado? É aquele que mais tem pecados e mesmo assim é acolhido e perdoado.Amar como Jesus amou! Esse é o nosso desafio.
Ame! Ame sem medida. E como Jesus, transforme o ambiente ao seu redor.


abacelarfcj@hotmail.com

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Fotos do Show de Lançamento...


A Banda foi oficialmente lançada na festa de Nossa Senhora da Oliveira, em Oliveira dos Campinhos, Santo Amaro - Ba, no dis 13 de setembro de 2008, quando foi promovido um grande show com a cantora Adriana.

O público presente, de diversas cidades circunvizinhas e mais de Salvador, Candeias e Feira de Santana, pode curtir um show bastante eclético, com músicas próprias e de outros, em rítimos como Axé, Soul, Pop, Reggae e momentos fortes de oração com músicas de reflexivas...




Show Católicos de QUALIDADE!!!

Agora você pode levar para sua cidade um show de música católica com alta qualidade de produção.

Entre em contato com a H4 Produções e saiba como levar toda uma estrutura de show e os melhores nomes da música católica para sua cidade, evento, festa de padroeiro(a)...

Você também pode ligar para 75 - 3208-1123 e 8839-9563 (Alan Bacelar)

Acesse:

Componentes da Banda


A banda foi fotografada no altar da Matriz de Nossa Senhora do Rosário, em Santo Amaro-Ba, a pós a apresentação que foi realizada no final da Festa Solene presidida por Dom Josafá no ano de 2008.